Estratégias, ações de formação a motoristas, investimento em viaturas mais económicas. Estes são apenas alguns dos esforços que fez (e que faz) para reduzir os níveis de consumo de combustível da frota corporativa.

 

Lida constantemente com essa pressão, talvez já se tenha até habituado a ela. Mas esta é uma das suas principais responsabilidades. Falhar é desaconselhável. Mas está tudo controlado, ou pelo menos parece. E porquê? Basicamente, porque de um momento para o outro – e acredite que pode ser em muito pouco tempo – todo o trabalho realizado por si e pela sua empresa pode cair por terra. Tudo graças ao roubo de combustível.

Nos últimos anos, e com a subida generalizada do preço dos combustíveis, estes casos têm vindo a ocorrer com mais frequência e em várias zonas do país. Não é, claramente, um problema a ignorar, já que os gastos com combustível representam uma parte bastante significativa da estrutura de custos das empresas, sobretudo aquelas que operam nos setores da distribuição, transportes e logística.

 

Prejuízos? De dezenas até milhares de euros

 

Tudo depende da dimensão do depósito de combustível da viatura. No caso dos veículos pesados, os principais visados neste tipo de roubos, os prejuízos podem ser bastante avultados. Isto porque se trata de viaturas que possuem depósitos de grandes dimensões (entre 500 a 1000 litros de capacidade), permitindo que um só roubo provoque enormes prejuízos. O facto destes veículos estarem habitualmente estacionados em zonas isoladas e sem vigilância, vem agravar ainda mais a exposição destas viaturas a este tipo de roubos.

 

Métodos de roubo e formas de os conter

 

O roubo de combustível ocorre essencialmente através de dois métodos: Extração direta a partir do depósito e a Utilização dos cartões de abastecimento das empresas. Mas, e apesar destes métodos de roubo estarem perfeitamente identificados, as soluções adotadas pelas empresas para conter este tipo de furtos são, na maioria dos casos, ineficazes. Algumas empresas optam por contratar serviços de segurança noturna, tentando conter os vários episódios de roubo. Mas esta opção é bastante dispendiosa, sobretudo para pequenas empresas, com pequenos orçamentos.

Estacionar em parques particularmente bem iluminados e com vedações de grandes dimensões, é também uma estratégia adotada pelas empresas. No entanto, essas condições de estacionamento são difíceis de replicar de forma constante. Por exemplo, se o motorista estacionar a viatura perto de sua casa, é impossível que a empresa garanta que essas condições de estacionamento se verificaram. Ainda a propósito das condições de estacionamento, algumas organizações acreditam que a promoção da prática do estacionamento defensivo (como estacionar de forma a impedir o acesso ao depósito de combustível)  é capaz de terminar com os casos de roubo. Mas, e para que tal acontecesse, seria necessário que o motorista conseguisse sempre condições ideais de estacionamento. Algo que nem sempre acontece.

Nesse sentido, a Inosat apresenta soluções de gestão de frotas que poderão ajudar as empresas a detectarem e conterem os casos de roubo de combustível nas suas duas vertentes mais recorrentes:

  1. Para prevenir a extração direta – Neste cenário a solução Inosat prevê várias opções:

Instalação de um sensor de abertura de depósito que, estando configurado, poderá despoletar alertas em tempo real sempre que se verificar uma abertura em zona(s) não permitida(s).

Monitorização do nível de combustível no depósito em tempo real, de forma a que as empresas possam identificar as suas respetivas variações. Por exemplo, se de repente se verificar uma redução drástica dos níveis de combustível no depósito, situação pouco comum, a empresa receberá um alerta. Para permitir a detecção de eventuais roubos a Inosat dispõe de várias soluções, desde o Tampão de Combustível (substitui a tradicional tampa de combustível e emite alertas sempre que seja utilizada) ao Xpert (ligado ao CanBus mede o nível de combustível no depósito e regista variações de combustível superiores a 5%) e um sensor de nível de combustível que,  ligado ao odómetro, detecta variações de combustível superiores a 10%).

  1. Controlar o processo de abastecimento através:

Integração dos ficheiros de abastecimento das gasolineiras, permite às empresas extrair um relatório que cruza a informação de abastecimento enviada pelas gasolineiras com a posição do veículo no momento de cada abastecimento. Sempre que estes parâmetros não sejam coincidentes, é gerada uma anomalia que fica registada no relatório.

Comparar os níveis de combustível abastecidos, com o nível de combustível existente no depósito. Graças ao módulo Xpert do Inofrota, os gestores poderão ter acesso a relatórios que permitem verificar se todos os litros de combustível que constam do ficheiro da gasolineira ou do talão de combustível foram efetivamente abastecidos no depósito das viaturas da empresa, evitando o típico caso de abastecimentos em jerry cans, sem o consentimento da empresa.

 

A otimização de rotas é essencial para a produtividade das frotas. A produtividade das empresas será beneficiada por um bom planeamento de rotas.As empresas familiares devem ser capazes de abraçar as novas tecnologias para fazerem evoluir o negócio de família.